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Paranaguá não tem casos confirmados de Monkeypox

Caso suspeito representa a precaução dos profissionais de saúde no bloqueio contra a doença

Flávia Adans 11/08/2022 2 min de leitura
Paranaguá não tem casos confirmados de Monkeypox

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), divulgou seu segundo Boletim Epidemiológico que retrata casos, notificações, suspeitas, entre outras informações sobre a doença Monkeypox no Paraná.

No informativo divulgado nesta quarta-feira, 10, foi acrescentado um caso suspeito da doença em Paranaguá. “É preciso reforçar que nossos profissionais estão mantendo toda cautela e sempre preocupados com o bloqueio da doença no município. Por isso, ao verificar uma situação que demandava exames, acharam por bem, notificar. Isso não significa que Paranaguá tem casos da doença”, explica a secretária municipal de Saúde, Lígia Regina de Campos Cordeiro.

A secretária reforça que os médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde estão atentos e tomando todos os cuidados necessários quanto à doença. Assim que um paciente se apresenta com sintomas parecidos com a de Monkeypox, é orientado a fazer o isolamento. Uma equipe se dirige à residência do morador para a realização da coleta que é enviada ao Laboratório Central do Estado (Lacen). O resultado retorna após alguns dias.

O QUE É A MONKEYPOX

A Monkeypox é uma doença zoonótica viral causada pelo vírus Monkeypox do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, cuja transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animal ou humano infectado ou com material corporal humano contendo o vírus. Geralmente é uma doença autolimitada, com os sintomas que duram de 2 a 4 semanas. Período de incubação: geralmente de 6 a 13 dias, mas pode variar de 5 a 21 dias.

TRANSMISSÃO

Ocorre entre humanos, principalmente por meio de contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados. A transmissão por gotículas respiratórias geralmente requer contato pessoal prolongado. A pessoa infectada só deixa de transmitir o vírus quando as crostas desaparecem da pele.

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